ENTRE O QUE EU VEJO E PERCEBO,
HÁ O PLANO
2015 - 2016
Dimensões: 117 x 171 cm
Materiais: impressão fotográfica
A SOLUÇÃO DO PRIMEIRO ACARRETA A DO SEGUNDO
Acervo Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul
2012
Fotografia sobre papel, 61,5 x 98,5 cm (cada), tríptico
CUIDADOSAMENTE, ATRAVÉS
2009 - 2012
Série de fotografias de lugares, tomadas com lente de grade ocular, a partir de um único ponto de vista capaz de revelar os diferentes espaços deste mesmo lugar. As fotos foram enquadradas de forma tal que a deformação causada pela grande ocular seja o menos perceptível possível. Dessa forma, valoriza-se o centro da imagem.
O trabalho aborda a percepção do local, de onde se está e, de forma metafórica, da percepção do indivíduo no espaço que ele ocupa.
Dimensões variadas
Materiais: impressão fotográfica
EM CASO DE DÚVIDA, OPTE PELA INCERTEZA
Acervo Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Porto Alegre - RS
2007 - 2010
Série de fotografias capturadas do mesmo espaço, a partir do posicionamento da câmara em locais levemente distintos. Geralmente a série é composta de dípticos (a exceção de uma foto) que devem ser apresentados com um pequeno afastamento entre as duas fotografias.
A série de fotografias dialoga com as características relativas da percepção do local e, de uma forma metafórica, da mesma ideia através de pontos de vistas distintos. O mesmo espaço é apresentado duas vezes, a partir de pontos levemente diferentes. Toda série foi realizada no Japão.
Dimensões: 55 x 40 cm
Materiais: impressão fotográfica
CRONOTOPO
2005 - 2010
Segundo Bakhtin, “Cronotopo é a conexão das relações temporais e espaciais assimiladas artisticamente na literatura... é a unidade espaço-tempo indissolúvel e de caráter formal expressivo. É um discorrer do tempo (curta duração) densificado pelo espaço, no qual ambos se interceptam e tornam-se visíveis e apreciáveis ao espectador”.
A série Cronotopo é composta por fotografias de corredores de forma a realçar a característica da perspectiva cartesiana na representação desse espaço: o ponto de fuga situa-se no centro da foto. As tomadas fotográficas são feitas com a câmara parada no mesmo lugar, registrando as ações que ocorrem no espaço. A apresentação do trabalho é feita por várias fotos colocadas lado a lado (e/ou em camadas) de forma a embaralhar as ações e as hostórias curtas de seus personagens. Em algumas dessas fotos, uma alteração digital pode ser feita, de forma a multiplicar um personagem na mesma foto, criando um looping em sua história, em relação aos demais personagens.
O trabalho toca a relativização da história contada, dos fatos e da percepção do espaço por cada observador.
Dimensões variadas
Material: impressão fotográfica
ROMMULO VIEIRA CONCEIÇÃO
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STUDIO MUNIZ
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